É a primeira pergunta de quase todas as conversas e a resposta honesta é sempre a mesma: depende do que precisa. O problema é que essa resposta, sozinha, não ajuda ninguém a decidir. Este guia explica o que faz o preço subir ou descer e como comparar propostas que parecem iguais mas não são.
1. O âmbito é o maior fator
Gerir só o Instagram de uma marca não é o mesmo que produzir conteúdo original, gerir dois canais, correr campanhas pagas e manter um site. Antes de pedir preços, escreva numa folha o que realmente quer ver acontecer nos próximos seis meses. Sem isso, cada proposta responde a uma pergunta diferente.
2. A frequência de conteúdo
Uma sessão de captação por trimestre e quatro sessões por mês são serviços completamente diferentes. A produção é a parte mais pesada de qualquer plano: envolve deslocação, tempo de equipa, direção e edição. É também a que gera mais retorno, porque conteúdo próprio e recente é o que distingue uma marca das restantes.
3. A verba de anúncios não é o preço da agência
Confundir estas duas coisas é o erro mais comum. O que paga ao Meta ou ao Google é investimento em plataforma, é seu e deve estar sempre visível. O que paga à agência é estratégia, criativos e gestão. Se uma proposta juntar tudo num número só, peça a separação — é a única forma de saber quanto está a pagar por cada coisa.
4. Perguntas que separam propostas boas de propostas vagas
Se fizer estas cinco perguntas a três agências, as diferenças aparecem depressa.
- Quantas peças de conteúdo estão incluídas e quem as produz?
- Quem é o dono do material produzido e dos acessos às contas?
- Que indicadores vou receber, com que frequência, e quem me explica o relatório?
- Existe fidelização? O que acontece se quiser mudar o âmbito a meio?
- A verba de anúncios está separada do valor de gestão?
5. O mais barato é quase sempre o mais caro
Planos muito baixos costumam significar conteúdo genérico, publicação sem estratégia e nenhuma leitura de resultados. Passados três meses, o que sobra é uma conta com mais publicações e o mesmo número de clientes. Vale mais começar pequeno e bem feito, com uma frente só, e crescer a partir de resultados reais.
Em resumo
Não procure uma tabela de preços: procure clareza de âmbito. Na FOCUS cada plano é orçamentado à medida, sem fidelização, e a primeira conversa não tem custo — precisamente porque só depois de saber o que precisa faz sentido falar de valores.
